Em junho de 2026, o nome do pai da técnica em enfermagem Evelin da Silva Lemos, 51, finalmente apareceu em sua certidão de nascimento. Esse momento foi fruto de uma reflexão que começou quando seu filho a questionou sobre a ausência do nome do avô em sua certidão. 'Nunca me importei muito. Meu pai também não. Até que, um dia, meu filho, que sempre se incomodou com isso, me cobrou: 'por que você não coloca logo o nome do meu avô?',' relatou Evelin.
Essa história nos leva a refletir sobre a importância do reconhecimento de paternidade, especialmente em uma cidade como São Paulo, onde a diversidade e a complexidade das famílias são evidentes. A questão do reconhecimento de paternidade tardio afeta muitas pessoas, não apenas emocionalmente, mas também em termos legais e burocráticos. Em São Paulo, os cartórios e serviços de registro civil estão preparados para lidar com esses casos, oferecendo suporte e orientação para aqueles que buscam regularizar sua situação.
O reconhecimento de paternidade é um direito fundamental, garantido por lei, e pode ser realizado a qualquer momento, independentemente da idade da criança. No entanto, a busca por esse reconhecimento pode ser um processo desafiador, especialmente quando envolve questões emocionais e familiares complexas. Em muitos casos, a procura pelo reconhecimento de paternidade ocorre após a primeira infância, quando os filhos começam a questionar sobre suas origens e identidade.
A história de Evelin e de muitas outras pessoas em São Paulo nos mostra que o reconhecimento de paternidade é uma jornada pessoal e emocional. É um processo que requer coragem, apoio e, muitas vezes, a superação de barreiras emocionais e burocráticas. Ao compartilhar essas histórias, esperamos conscientizar a população sobre a importância desse tema e oferecer suporte àqueles que estão buscando regularizar sua situação ou simplesmente entender melhor o processo de reconhecimento de paternidade.