Em um discurso marcado por referências ao período da ditadura militar, a ministra Cármen Lúcia defendeu a democracia brasileira e afirmou que ninguém deve interferir nas decisões tomadas pelo país. Sem mencionar diretamente líderes ou governos estrangeiros, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusado de tentar interferir nas eleições do Brasil, a ministra disse que os brasileiros devem definir os próprios rumos e alertou contra tentativas de fragilização das instituições democráticas.
A declaração foi feita durante participação na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Niterói, na Região Metropolitana do RJ. O evento contou com a presença de diversos especialistas e pesquisadores, que discutiram temas como a importância da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento do país. A ministra Cármen Lúcia aproveitou a oportunidade para destacar a importância da participação popular e do sistema eleitoral brasileiro, lembrando que a democracia é um processo contínuo que requer a participação ativa de todos os cidadãos.
A ministra também ressaltou a importância da defesa das instituições democráticas, especialmente em um momento em que o país enfrenta desafios como a corrupção e a desigualdade. Ela lembrou que a democracia é um sistema que permite a participação de todos, independentemente de sua origem ou posição social, e que é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Em São Paulo, a maior cidade do país, a defesa da democracia é um tema que tem ganhado cada vez mais importância, especialmente entre os jovens e os movimentos sociais.
A declaração da ministra Cármen Lúcia é um alerta importante para a sociedade brasileira, especialmente em um momento em que o país está se preparando para as eleições municipais em São Paulo e em outras cidades do país. A defesa da democracia e a prevenção contra tentativas de interferência estrangeira são temas que devem ser discutidos e debatidos por todos os cidadãos, especialmente em um momento em que a política tem sido cada vez mais polarizada e dividida. Com a participação ativa de todos os cidadãos, é possível construir uma sociedade mais justa e democrática, em que a vontade do povo seja respeitada e valorizada.