O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição que afeta milhares de pessoas em São Paulo e no mundo todo. No entanto, o debate sobre a possível separação entre as categorias agregadas no TEA traz à tona uma divergência: autistas nível 1, ou 'leve', como é conhecido, costumam liderar movimentos ligados ao autismo e nem sempre há consenso com pais dos autistas de grau chamado de 'severo', que têm deficiência intelectual e dificuldade extrema ou incapacidade de se comunicar.

Em São Paulo, a discussão é intensa, com muitos pais de crianças com TEA se sentindo excluídos dos movimentos que defendem os direitos dos autistas. Eles argumentam que as necessidades de seus filhos são diferentes das dos autistas leve e que, portanto, devem ser tratados de forma diferente. No entanto, os autistas leve argumentam que a separação entre as categorias pode levar a uma estigmatização ainda maior dos autistas severos e que todos os autistas devem ser tratados com respeito e dignidade.

A questão da separação entre as categorias do TEA é complexa e envolve muitas variáveis. Alguns especialistas argumentam que a separação pode ser benéfica, pois permitiria que os autistas severos recebessem o tratamento e o apoio que necessitam. No entanto, outros argumentam que a separação pode levar a uma falta de compreensão e aceitação dos autistas severos e que todos os autistas devem ser vistos como uma comunidade única.

Em São Paulo, há muitos recursos disponíveis para as pessoas com TEA, incluindo centros de apoio e tratamento. No entanto, a discussão sobre a separação entre as categorias do TEA é um lembrete de que ainda há muito trabalho a ser feito para garantir que todos os autistas sejam tratados com respeito e dignidade. É importante que os pais, os autistas e os especialistas trabalhem juntos para encontrar soluções que atendam às necessidades de todos os autistas, independentemente do grau de severidade da condição.